Qual impacto do Pix no meu negócio?

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Qual impacto do Pix no meu negócio?

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O Pix entrou em vigor no Brasil há quase 1 mês e salienta toda facilidade pragmática, para  enviar, receber dinheiro e pagar (em diversos tipos de comércio) em segundos, sem a taxa extra que tanto nos preocupa.

 A realidade é que ainda há uma certa resistência e desconhecimento da população para a utilização desse sistema. Em uma pesquisa feita pela Stone com 1.065 lojistas, de todas as regiões do Brasil, apenas 37% dos entrevistados afirmaram estar prontos para adotar o Pix.

Para este sistema cumprir a sua funcionalidade, será necessário que os setores adotem o recurso e para isso, eles precisam de embasamento. Isso demonstra a necessidade da melhoria de informação para a população, a respeito do novo meio de pagamento.

Esta pesquisa também apontou, que as principais dúvidas nesse sentido foram sobre a segurança (38,8%), a usabilidade (34,9%), as funcionalidades (30%) e os custos/taxas (47,1%) do recurso. Assim, apenas 16,2% dos entrevistados responderam não ter dúvidas em relação ao Pix. 

E se você faz parte desse grupo, tire suas dúvidas no nosso post: Pix: Você está preparado para essa nova modalidade financeira?

Agora te introduziremos a uma pergunta simples.

Você já está usando o Pix?

O Pix já tem cerca de 85 milhões de chaves cadastradas por 34,5 milhões de pessoas físicas e 2,2 milhões de empresas, dados levantados pelo Banco Central do Brasil em novembro. Movimentou R$ 9,3 bilhões através de 12,2 milhões de transações, ou seja, esse recurso mostra o potencial que tem para ser incorporado no nosso dia a dia. 

Veja os diferentes setores que estão implicados ao uso do Pix:

  • Varejo;
  • Setor de alimentação (restaurantes, lanchonetes e bares);
  • Comércio de roupas e acessórios;
  • Serviços de saúde.

Você está preparado para o impacto do Pix no seu negócio?

Nessa pesquisa realizada pela Stone, 47,1% dos abordados mencionaram a preocupação com as taxas e custos do Pix que poderão ser atribuídos. O impacto para os bancos reflete da seguinte maneira: a cada 10 processamentos instantâneos recebidos o custo é de R$ 0,01, enquanto para cada TED o valor é de R$ 0,30. 

Essa economia engloba também os comerciantes, que terão a liberdade de decidir para suas companhias qual tarifa fixa cobrar por seus serviços. A ideia é que o valor seja menor do que o praticado hoje. 

No espaço dos varejos, oferecer o sistema representaria rapidez, economia e maior agilidade no fluxo de caixa. Isto porque a maioria dos consumidores passou a preferir os cartões e, consequentemente, houve o crescimento do uso das maquininhas de pagamento em variados setores. 

Por mais que seja uma atualização tecnológica para consumidores, ainda existem muitas etapas e custos até a chegada nas contas das empresas. Uma compra realizada no débito ou no boleto é processada manualmente nas operadoras, com o fechamento após 2 dias úteis. Com a chegada do Pix, essas barreiras ficaram para trás. 

E quanto a insegurança para já introduzir o Pix?

 Dos entrevistados, 38,8% disseram ter dúvidas quanto à segurança nas transações da nova tecnologia. Um dos desafios para levar o recurso até os comércios on-line e físicos é garantir sistemas de autenticação sempre atualizados, que solucionem e suportem caso ocorra alguma conjectura de fraude . 

Por mais que a nova tecnologia seja proveniente de meios de segurança, ainda é necessário se precaver com os cuidados que já somos habituados, por exemplo, a verificação dos endereços eletrônicos, como sites e páginas que acessamos. 

Apesar de alguns entraves, vimos que a maioria dos lojistas brasileiros conhece o Pix (64%), o que falta mesmo são os bancos e instituições financeiras protagonizarem o uso desse artifício. Alguns varejistas renomados começaram a oferecê-lo nos caixas ou menus de pagamentos online, como é o caso de Grupo Pão de Açúcar, Gol, TIM,  Mercado Livre, B2W e Magazine Luiza. 

Nesse cenário de transformação digital, o esperado é que os bancos, instituições financeiras e comércios utilizem da publicidade informativa para impulsionar o uso dessa alternativa aos seus consumidores e, consequentemente, alavancar o uso dos seus próprios concorrentes. 

Agora nos conte, como você acha que o Pix vai impactar o seu negócio? 

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Escrito por Camila Resende e Thaís Roale